Storyline: Uma rapariga de 26 anos é confrontada com a morte da mãe.
Vulnerável e desesperada desabafa com uma árvore com a qual sempre teve uma relação de cumplicidade.
Background Story Personagem:
Carolina nunca conheceu o pai. Sempre viveu com a sua mãe. Introvertida, desde pequena que se refugiava num canto de jardim ao pé de sua casa, onde frequentemente desabafava as suas angústias com a maior árvore daquele jardim.
Na sua inocência, sempre atribuiu àquela árvore a resolução dos problemas que por vezes enfrentava com a mãe. Por isso sempre acreditou que a sua “amiga” ouvia as suas preces, até começar a crescer...
Em breves momentos da sua vida houve outras presenças que a acompanharam, mas nunca por muito tempo. Estes vultos lá em casa (os padrastos), eram praticamente isso para ela, nunca a ajudaram a crescer. Essas presenças fizeram-na passar mais tempo no seu canto e nos seus livros, e nunca conseguiram abalar a relação que tinha com a mãe.
Na escola sempre manteve os seus amigos. Nunca achou que teria motivos para criar inimigos. Os outros eram conhecidos que nunca fizeram nem mais nem menos que o seu papel. O suficiente, um sorriso pela manhã, um olá. Mas eram os sorrisos dos seus amigos mais próximos que sempre a aqueciam todos os dias. Ela própria espantava-se um pouco de ter sequer amigos, e ninguém não gostar dela, porque apesar de ser bastante divertida e alegre, sempre procurara ser culta, e gostava dos seus momentos de reflexão, o que os jovens nunca costumam perceber. Ou seja, era uma das poucas pessoas que conseguia aproveitar o melhor dos dois mundos.
Depois do 12º foi para a universidade, e passado um ano desta, saiu de casa, o que lhe custou a fazer pois isso implicava separar-se da sua mãe, perder um pouco de si próprio. O que não era pouco na verdade. Viveu ora com amigos ora com namorados, mas nunca abdicou dos seus momentos com a mãe. Aos 26 anos a mão morreu.
Ela viu o seu mundo ruir, e sem saber o que fazer decidiu voltar ao seu método antigo. A árvore.
Bah já é um avanço!
Gostei imenso, mesmo :) dá uma cena brutaaal!
ResponderEliminarMas se ela se chamasse Inês, gostava muito mais 8D