domingo, 21 de novembro de 2010
3 Dias
3 dias esperam-me. 3 dias num hospital. 1 operação e uma semana de descanso a seguir. Quase 2 semanas sem poder comer, só em casa sem fazer nada. Essa é a parte boa, a parte má é obviamente a operação. Estou um pouco nervoso. Esperemos que corra bem.
Etiquetas:
Brainstorming,
Desabafar,
Inquietações
sábado, 20 de novembro de 2010
Cinema #3
Storyline: Uma rapariga de 26 anos é confrontada com a morte da mãe.
Vulnerável e desesperada desabafa com uma árvore com a qual sempre teve uma relação de cumplicidade.
Background Story Personagem:
Carolina nunca conheceu o pai. Sempre viveu com a sua mãe. Introvertida, desde pequena que se refugiava num canto de jardim ao pé de sua casa, onde frequentemente desabafava as suas angústias com a maior árvore daquele jardim.
Na sua inocência, sempre atribuiu àquela árvore a resolução dos problemas que por vezes enfrentava com a mãe. Por isso sempre acreditou que a sua “amiga” ouvia as suas preces, até começar a crescer...
Em breves momentos da sua vida houve outras presenças que a acompanharam, mas nunca por muito tempo. Estes vultos lá em casa (os padrastos), eram praticamente isso para ela, nunca a ajudaram a crescer. Essas presenças fizeram-na passar mais tempo no seu canto e nos seus livros, e nunca conseguiram abalar a relação que tinha com a mãe.
Na escola sempre manteve os seus amigos. Nunca achou que teria motivos para criar inimigos. Os outros eram conhecidos que nunca fizeram nem mais nem menos que o seu papel. O suficiente, um sorriso pela manhã, um olá. Mas eram os sorrisos dos seus amigos mais próximos que sempre a aqueciam todos os dias. Ela própria espantava-se um pouco de ter sequer amigos, e ninguém não gostar dela, porque apesar de ser bastante divertida e alegre, sempre procurara ser culta, e gostava dos seus momentos de reflexão, o que os jovens nunca costumam perceber. Ou seja, era uma das poucas pessoas que conseguia aproveitar o melhor dos dois mundos.
Depois do 12º foi para a universidade, e passado um ano desta, saiu de casa, o que lhe custou a fazer pois isso implicava separar-se da sua mãe, perder um pouco de si próprio. O que não era pouco na verdade. Viveu ora com amigos ora com namorados, mas nunca abdicou dos seus momentos com a mãe. Aos 26 anos a mão morreu.
Ela viu o seu mundo ruir, e sem saber o que fazer decidiu voltar ao seu método antigo. A árvore.
Bah já é um avanço!
Vulnerável e desesperada desabafa com uma árvore com a qual sempre teve uma relação de cumplicidade.
Background Story Personagem:
Carolina nunca conheceu o pai. Sempre viveu com a sua mãe. Introvertida, desde pequena que se refugiava num canto de jardim ao pé de sua casa, onde frequentemente desabafava as suas angústias com a maior árvore daquele jardim.
Na sua inocência, sempre atribuiu àquela árvore a resolução dos problemas que por vezes enfrentava com a mãe. Por isso sempre acreditou que a sua “amiga” ouvia as suas preces, até começar a crescer...
Em breves momentos da sua vida houve outras presenças que a acompanharam, mas nunca por muito tempo. Estes vultos lá em casa (os padrastos), eram praticamente isso para ela, nunca a ajudaram a crescer. Essas presenças fizeram-na passar mais tempo no seu canto e nos seus livros, e nunca conseguiram abalar a relação que tinha com a mãe.
Na escola sempre manteve os seus amigos. Nunca achou que teria motivos para criar inimigos. Os outros eram conhecidos que nunca fizeram nem mais nem menos que o seu papel. O suficiente, um sorriso pela manhã, um olá. Mas eram os sorrisos dos seus amigos mais próximos que sempre a aqueciam todos os dias. Ela própria espantava-se um pouco de ter sequer amigos, e ninguém não gostar dela, porque apesar de ser bastante divertida e alegre, sempre procurara ser culta, e gostava dos seus momentos de reflexão, o que os jovens nunca costumam perceber. Ou seja, era uma das poucas pessoas que conseguia aproveitar o melhor dos dois mundos.
Depois do 12º foi para a universidade, e passado um ano desta, saiu de casa, o que lhe custou a fazer pois isso implicava separar-se da sua mãe, perder um pouco de si próprio. O que não era pouco na verdade. Viveu ora com amigos ora com namorados, mas nunca abdicou dos seus momentos com a mãe. Aos 26 anos a mão morreu.
Ela viu o seu mundo ruir, e sem saber o que fazer decidiu voltar ao seu método antigo. A árvore.
Bah já é um avanço!
Cinema #2
Estou a tentar desenvolver o meu projecto de ficção. Mas não o consigo escrever. Mas também como o stor diz: "First draft of everything is shit!" Em relação ao projecto documental é bom saber que tenho liberdade total, mas outra vez, falta-me a camêra. Vou ter que pedir emprestado!
Cinema #1
Tenho medo. Tenho medo de falhar. E se tudo correr mal? Ficar com um trabalho horrível do qual não me orgulhe? Meti-me entre a espada e a parede. Agora só me tento mentalizar que isso é um falso dilema. Há sempre outra alternativa! (mudar de projecto?)
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